09 março, 2006

MEU PRIMEIRO AMOR


Amar é uma aventura. E o amor aparece, como bem escreveu Mário Quintana, quando menos se espera e de onde menos se imagina.
Foi assim que minha aventura começou, aos 13 anos, quando pela primeira vez me APAIXONEI...
Ele era lindo, inteligente, sagaz. Perfeito.
Sim, perfeito. Porém, tão inexperiente quanto eu. Primeiro amor tem dessas coisas... principalmente o meu, platônico.
E amor platônico, quem já amou sabe, nunca se concretiza.
E por não se concretizar, vive perfeito para sempre, pois nunca experimenta os limites e frustrações de uma relação completa.
Quando o inesperado aconteceu [quem ama platonicamente nunca espera ser correspondido], realizei o meu mais simples desejo, meu primeiro beijo. Estranho, à primeira vista. Arrebatador e envolvente, como ondas ao alcançar as rochas.
Quando percebi que maravilhosa e surpreendentemente, conseguira conquistar meus anseios de aprendiz de mulher, entrei em pânico, me descontrolei, e nesse momento, perdi, deixei ir embora a pessoa que mais queria ao meu lado, meu ídolo, meu herói, meu amado.
E a pena que pago [e é perpétua]
É tê-lo para sempre e a todo momento

No meu coração, no meu pensamento.

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2 comentários:

Carol disse...

Carol... acho que o primeiro amor é eterno, bem como todos os outros. Mas esse, é especial, é descoberta... foi bom lembrar disso! Tem um link seu lá na minha casinha. Beijos... : )

Larissa Marques disse...

Amar é um dasfio, nesse mundo sombrio que vivemos, conviver já é uma luta, imagine amar!
Beijos, obrigada pela visita e por suas palavras carinhosas!
Espero poder contar com mais leituras e comentários seus!
Beijos!