18 janeiro, 2007

Da razão e da loucura

Emoções que ecoavam

Em risos desenfreados

Libido e entusiasmo pragmáticos

Num despudor de mulher...

 

Havia um espaço

Sem razão

Sem sentidos

Havia algo de tão agradável...

Até mesmo as emoções tinham eco!

Eco sem cuidado, sem contorno, sem cores, sem piedade!

 

Qual será a tênue linha entre a razão e a loucura?

Entre a liberdade e a opressão?

Entre o controle e a omissão?

 

Você me resgatou do devaneio,

Deu-me a mão

Será que estará sempre pronto a me ajudar?

 

Meus heróis tinham coragem para soltar suas vidas sobre um abismo.
E tudo o que me lembro é ficar pensando "quero ser como eles!..."

Desde pequena isso parecia divertido...
E, não por coincidência, acabei sendo!
E posso morrer quando estiver pronta!

Talvez eu seja louca.
Talvez você seja louco.
Talvez sejamos loucos...

Quem poderá servir de paradigma?!


2 comentários:

Márcio Bezerra disse...

ótimo título esse poema, adorei tudo, saudades, abraços...

Cantinho da Lane disse...

olá, queria pedir desculpas pela demora para retribuir a visita q fizeste ao meu blog... desculpe mesmo...
que deus te abençoe e tenhas uma ótima semana!
voltei a ativa!
dá uma passadinha por lá. beijocas!